sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A PASSIVIDADE GERA O PADRÃO

Por: Túlio Moura


Quantas vezes já ouvimos notícias de corrupção, tragédias, violência e péssimas administrações públicas? E quantas vezes fizemos algo a respeito? Muitas e nenhuma, respectivamente. As respostas apesar de antônimas se completam nas características de uma sociedade acostumada a “assistir”.
As relações sociais mostram-se padronizadas ao analisarmos o comportamento humano em seu comprometimento com a sociedade. O sentimento individualista torna-se sentimento padrão de pessoas alienadas pelo entretenimento.
A última grande manifestação no Brasil aconteceu há 17 anos, no fatídico impeachment do então presidente, Fernando Collor de Mello. O que deveria significar um controle da população sobre a mídia e seu governo, uma vez que, a eleição foi influenciada pela Rede Globo, o protesto pareceu um último suspiro de uma população recém-democratizada.
O povo detém o poder do Estado, porém, parece não fazer uso.
Comente, exponha sua opinião, mostre que você não é padronizado, faça sua história.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O QUE O LAGO IGAPÓ REPRESENTA PARA LONDRINA?

Por: Rômulo Ogasavara

Qual é o seu ponto de vista em relação ao lago Igapó? Se me permitirem, eu vou tentar adivinhar:

Para os pescadoes o lago representa lucro e lazer, já que eles levam a sua família e amigos para pescar, com relação aos peixes que são retirados, depois são comercializados em botecos e servem como petiscos para serem saboreados com uma cervejinha. Para os publicitários, o Igapó representa um ponto turístico de Londrina, portanto "turistas" venham desfrutar os lagos I, II, III e o Zerão. Para os atletas de lazer, podemos chamá-los assim por gostarem de praticar exercícios como uma forma de lazer, o lago serve de inspiração para os seus exercícios físicos. Na visão dos londrinenses em geral , as águas do Igapó e a paisagem em volta servem como área de descanso, servem para respirar um bom ar, que tal junto com os dois requisitos tomarmos uma água de coco? Que tal fazermos um piquenique? Que tal tomarmos sol numa tarde quente e ensolarada? Se o lago Igapó é um ponto de turismo de Londrina, é necessário ter um guia turístico, concorda?

É claro que estou ironizando no final do parágrafo anterior, os exemplos a cima são fatos que acabo vendo quando passo pelos lagos. Essa ironia não vai aos londrinenses que queiram desfrutar desses pontos de Londrina, a população tem todo direito. A bronca vai para aqueles que passam uma falsa impresão do Igapó, também vai para aqueles que não cuidam do meio ambiente, a secretaria do Meio Ambiente de Londrina é uma das responsáveis por passar uma falsa impresão do Igapó. Também temos a CONSEMMA (Conselho Municipal do Meio Ambiente de Londrina) que também não enxerga o problema ambiental. Estas são entidades municipais que deveriam pelo menos ter algum projeto em mão.

Vamos apontar alguns problemas que acabam ajudando na poluição do Igapó. Segundo o jornalista do Jornal de Londrina, Marcelo Frazão, responsável pelas reportagens ambientais, os esgotos que possuem legalidade mais os clandestinos que escoam direto no lago , ao contrário do que as pessoas imaginam, são os menores delitos, pois a Sanepar faz o tratamento destes. Os grandes problemas são os afluentes do Igapó, pois eles recebem restos de obras de contruções, o pior é que elas podem ser clandestinas no sentido de não terem fiscalização de seus entulhos, outros danos têm haver com os esgotos clandestinos que acabam escoando nos córregos, a poulação londrnense também tem culpa , pois jogam lixos nos córregos e calçadas e que vão parar direto no lago, muitos não sabem que acabam contribuindo para a poluição, outros culpados são os lava-cars clandestinos que escorrem as águas sujas para os córregos e bueiros. Portanto para Marcelo Frazão, os poluidores e a poluição vêm das ruas.

Percebem as irregularidades que o Igapó sofre? O que é necessário para mudar essa situação? Uma fiscalização ambiental mais rígida, educação ambiental que eduque crianças, jovens e adultos, a ideia de que só criança deve aprender é ultrapassada,pois os jovens e adultos são os maiores poluidores. A secretaria poderia fazer um marketing contribuindo para a educação, dando informações, sancionando projetos ambientais - no caso é urgente-, os londrineses devem enxergar o Igapó como um problema do meio ambiente. Se você tiver mais alguma ideia e quiser contribuir para ter o lago Igapó mais limpo, poste a sua mensagem nos cometários do texto.






terça-feira, 17 de novembro de 2009

VIOLÊNCIA URBANA NO BRASIL

Por: Isabella Grade
Atualmente, é comum em Londrina ver em noticiários situações de violência urbana, que a cada dia fazem um número maior de vítimas. Portanto, para os londrinenses este assunto é de grande importancia, já que a cidade está entre as mais violentas do país, e é apontada ainda como a detentora do maior índice de homicídios do Brasil.
Estas pesquisas relatam a triste realidade vivida pelos londrinenses cotidianamente, sendo tudo isto um reflexo do descaso das autoridades. Já que o governo se utiliza de ferramentas erradas no combate a este problema. Entretanto, acredito que por mais que esta anomalia seja alarmante, ela ainda não pode ser considerada uma doença social, e sim um sintoma de várias doenças que atingem a sociedade, como a falta: de uma educação de qualidade, profissionais capacitados para fazerem a segurança da população, políticos mais éticos, e projetos sociais que possam ser aplicados não apenas na teoria, mas também na prática.
Por mais que exista uma falta de preocupação visível da parte do Estado, visto que este agravante da violência atinge todo o país, e o Brasil é uma das sociedades mais violentas do mundo, é uma questão de lógica perceber que faltam investimentos na área da educação, e em programas sociais, todavia como Maquiavel disse em seus ensaios é preciso examinar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que ela fosse, pois desta maneira compreenderemos o cenário verdadeiro do país e buscaremos medidas e soluções reais para o problema caótico da violência no país.

sábado, 14 de novembro de 2009

A LUTA E A ESPERANÇA

Por: Jeniffer Koyama
O conceito de paz é a ausência de medo, violência ou conflitos sociais. Conceito que, na prática, está cada vez mais distante da realidade atual. Afinal, a violência vem crescendo e ganhando cada vez mais destaque na sociedade, contribuindo assim, para o desaparecimento ou esquecimento da sensação de paz. Contudo, muitas pessoas ainda não conseguiram enxergar os efeitos da violência em nosso meio.

As pessoas não deveriam ter medo de parar no semáforo com a janela aberta, por conta de assaltos. As crianças deveriam estar brincando na rua, e não trancafiadas em casa por precaução dos pais. As pessoas deveriam ir caminhando até a padaria, sem precisar ficar olhando para trás para ver se alguém as persegue. Valores estão sendo perdidos devido à sensação de medo, de que algo de ruim pode acontecer a qualquer momento.

A sociedade vive um ciclo vicioso. O governo quer reduzir o número de acidentes no trânsito incentivando à população a caminhar mais, ou seja, utilizar menos seus automóveis. Contudo, devido aos assaltos e sequestros, as pessoas tem medo de caminhar pelas ruas. A sociedade sofre críticas de que as crianças atuais ficam a maior parte do tempo navegando pela internet, perdendo assim, parte da infância. Porém, os pais muitas vezes preferem ter seus filhos "presos" em casa, em frente ao computador, garantindo-lhes assim, segurança, do que se arriscarem a deixar seus filhos brincando no quintal de casa.

A única maneira que as pessoas encontraram para sentirem paz é se precavendo cada vez mais da violência. Casas com cerca elétrica, alarmes, guardinhas na rua, apartamentos com porteiros 24 horas... Mas será que todos esses recursos de proteção garantem-nos a verdadeira paz ? Ou será apenas uma paz superficial ?

A verdadeira paz e tranquilidade estão se tornando mitos. As pessoas estão se esquecendo do conceito de paz e estão se acostumando com o sentimento de medo, de precaução. E o ciclo continua, se repete e se agrava sem que a sociedade faça nada para converter a situação. A luta contra a violência, mesmo que sutil, deveria tomar o lugar do costume e da acomodação das pessoas. Por mais impossível e improvável que seja converter o quadro atual, um pequeno gesto de justiça perante tamanha negligência pode fazer a diferença na vida de um, de outro e de outro. Até que milhares de vidas sejam confortadas e aos poucos, a paz deixe de ser mero conceito distante e passe a ser parte de uma sociedade que luta e tem esperança.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ESCOLA X VIOLÊNCIA

Por: Jessika Benites
A violência é um problema social, que está presente nas ações dentro das escolas, que manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo.
Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação de ética e da moral dos sujeitos inseridos ali, sejam eles alunos, professores, ou demais funcionários.
Além disso, a violência estampada nas ruas da cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, tem levado os jovens a perderem a credibilidade em uma soiedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os mais violentos.
Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para as crianças e jovens que é possivel vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

LINHAS QUE CORTAM MINHA VIDA

Por: Silvio Rogério
O descaso com a infra-estrutura urbana e com a politica social passa ser considerado normal dentro de uma sociedade. Linhas Férreas, que cresceram até mesmo antes dos municípios do norte do Paraná, que na era da moeda verde, levavam e traziam sustento às cidades como Londrina, Cambé, Rolândia, etc. Hoje essas mesmas linhas, que levantaram muitos municípios, ceifam vidas deixando pais e mães órfãos.
Isso se deve ao fato da falta de preocupação dos administradores municipais, com a segurança das pessoas que cruzam ferrovias espalhadas pelo norte paranaense. Para quem desconhece o assunto, basta ver nos jornais de Londrina e região, que registrou a morte de duas adolescentes ocorrida nesta ultima terça-feira (03/10) em Cambé-Pr. As duas estavam vindo da escola, quando cruzavam uma das composições do trêm e foram surpreendidas pelo movimento do mesmo. No local não havia sinalização.
Elas foram vítimas do mesmo descaso da infra-instrutura urbana e social. Pois esses descasos só são lembrados nas urnas e nos mais diversos palanques políticos, e estes problemas estão longe para acabar.
O que você acha da política social em seu município? Qual a função da politica quanto a esse tipo de barbárie - dessas duas jovens que morreram no trilho? Quem é culpado dessa tragédia: As garotas que morreram? A falta de conscientização da sociedade que acabam abusando do perigo?